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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Moradia integrada à natureza, conforto térmico com redução do consumo elétrico.

Abriram a caixa preta da sustentabilidade e lá de dentro saiu a “caixa verde” (Green Box), uma casa conceito desenvolvida pelo premiado arquiteto espanhol Luis de Garrido, que reduz o consumo elétrico ao mesmo tempo em que se integra à natureza


No inverno, o aquecedor se torna desnecessário porque um painel de vidro impede a circulação do ar do piso inferior para a torre vertical e esse ar é aquecido pela luz solar que entra pela torre vertical. Ainda assim, há painéis solares que alimentam a calefação a partir do piso, que fica aquecido tornando a casa menos gelada.

Com ela, fica fácil para o morador combater o desperdício no consumo elétrico. A casa é completamente autossustentável. No verão, o ar-condicionado é desnecessário porque o ar entra pelas janelas e, quando esquenta, sobe para a torre e se dissipa, favorecendo a circulação constante. Um telhado verde filtra o calor durante o dia e mantém a casa aquecida à noite, enquanto a torre fornece sombra à residência. Essa torre é também um jardim vertical montado com plantas locais (do mediterrâneo) de baixo consumo de água, o que a torna ainda mais eficiente.


Por ser uma obra pré-moldada que emprega concreto armado, metais e madeira, a casa é montada em apenas 15 dias, a seco. E caso o proprietário precise mudar de endereço, ela pode ser desmontada em sete dias.
                                                                                                                                       

Mais importante: todas as peças são reutilizadas e, portanto, não gera qualquer tipo de resíduo ou entulho, um dos grandes problemas das construções tradicionais.


Segundo divulgou-se quando entrou em exposição, o custo de fabricação é metade do de uma casa tradicional, estimada em 2009 em 550 euros por metro quadrado.








por style.greenvana.com

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Sede de LucasFilm diminui incidência de calor

Amantes de Star Wars agora podem vibrar com a novidade! A construção da nova sede da LucasFilm em Cingapura é baseada em uma estrutura criada na série de Star Wars e utiliza telhados de alumínio e jardins com base em madeira reciclada para reduzir a incidência de calor. Desenhado pela empresa Aedas, o edifício, chamado de Sandcrawler, terá um teatro de 100 lugares e escritórios de diversas empresas – entre elas, claro, a produtora de George Lucas, criador da saga.




Inspirado pelo icônico Sandcrawlers, veículos grandes e lentos usados como bases móveis pelos esquadrões de mineração, os Jawas de Tatooine, nos filmes de Star Wars, o prédio possui a forma de uma ferradura longa e estreita. A construção tem um espaço público aberto 24 horas e um belo jardim com base de granito complementado com madeira reutilizada e pedra natural. O jardim será um alívio para os dias quentes de verão, amenizando o calor e deixando o ambiente com uma temperatura mais amena que os demais.

A característica principal do edifício de oito andares é seu teatro, chamado State-of-the-art, que pode ser usado para exibição de filmes, estreias ou outros eventos. Ao lado dele, haverá uma ala de conferências para uso da LucasFilm e outros escritórios. Uma camada de alumínio minimiza o ganho de calor no telhado, e se estende ao longo do pátio e dos terraços para proporcionar sombra. A construção já está em andamento e promete ficar pronta em 2012. Uma das metas é garantir a certificação Golden Plus Greenmark.


por style.greenvana

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Uma Arca Biônica sustentável para Taiwan

O centenário da independência de Taiwan foi apenas um dos motivos que inspirou o arquiteto Vincent Callebaut a desenhar o Bionic Arch, ou “Arca Biônica”, na tradução livre, para a cidade de Taichung, a terceira maior da ilha.

A encomenda do projeto sustentável está relacionada ao plano urbanístico “Taichung Gateway City”, elaborado pelo governo do país para incentivar que a cidade entre em transição para se converter em uma metrópole internacional, atraente a novos negócios e a residentes que buscam qualidade de vida.

Para isso, muita coisa deverá mudar em Taichung, já que o município recebe grandes rastros de poluição vindos de indústrias e usinas movidas a carvão. Entretanto, positivamente, o projeto da torre foi considerado pela equipe do Inhabitat a proposta de arranha-céu mais “verde” já divulgada no site.

A Arca Biônica não emitirá poluentes tóxicos e será uma referência para que o governo atinja suas metas de redução em emissões. O prédio representará a transição entre o legado histórico de Taichung e a nova proposta de um estilo de vida sustentável e cultural.

As fachadas e jardins verticais do edifício dão o aspecto visual de um arbusto gigante. Toda a eletricidade necessitada pela torre é recebida e transformada por meios renováveis: fotovoltáicos e eólicos. Os andares foram desenhados para promover a convivência social, e a natureza é designada para “habitar” abundantemente todos os setores da torre.

por style.greenvana