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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Faça seu "saquinho" de jornal.



O prefeito Gilberto Kassab assinou no fim desta semana a lei que proíbe sacolas plásticas em São Paulo a partir de 2012. Em alguns outros Estados, ideia já está em prática. Ou seja, a partir de agora e cada vez mais se faz necessário aprender como substituí-las no dia a dia.

O fato que elas fazem muito mal ao meio ambiente, todo mundo sabe. Elas são tradicionalmente feitas de petróleo, um recurso não-renovável cuja exploração e refino trazem danos, às vezes, em proporções catastróficas – como os derramamentos de óleo que destroem fauna e flora em largas extensões. Isso sem falar que elas demoram cerca de 300 anos para se decompor.

As opções para se livrar delas são muitas. Primeiro vieram as eco-bags como solução para as sacolas plásticas do supermercado. Agora uma novidade foi apresentada por Juliana Valentini no grupo de discussão Futuro do Presente: sacolinhas de jornal para colocar na lata de lixo. Feita a partir de dobraduras típicas de origami, elas ajudam na decomposição do lixo, que em contato direto com o ambiente ocorre mais rápida do que se tivesse em uma sacola plástica.

O processo é muito fácil e dura cerca de 20 segundos. Basta usar uma, duas ou até três folhas de jornal juntas, para que o saquinho fique mais resistente.


Como fazer:

1. Faça uma dobra para marcar, no sentido vertical, a metade da página da direita e dobre a beirada dessa página para dentro até a marca, e assim terá um quadrado.
2. Dobre a ponta inferior direita sobre a ponta superior esquerda, formando um triângulo.
3. Dobre a ponta inferior direita do triângulo até a lateral esquerda.
4. O verso ficará igual a figura 4.
5. Vire a dobradura e, novamente, dobre a ponta da direita até a lateral esquerda
6. Para fazer a boca do saquinho, pegue uma parte da ponta de cima do jornal e enfie para dentro da aba que você dobrou por último, fazendo-a desaparecer lá dentro.
7. Sobrará a ponta de cima que deve ser enfiada dentro da aba do outro lado, então vire a dobradura para o outro lado e repita a operação.
8. O jornal ficará igual o da figura 8.
9. Abrindo a parte de cima, eis o saquinho!
10. É só encaixar dentro do seu cesto e parar de usar plástico no lixo!

Nandice- Não só de lixo se faz uma Nandice

Não só de lixo se faz uma Nandice...

Reciclar o que ainda pode estar em uso também é o lance, um conjunto de descanso de copo com um tema bacana, Figuras de Cordel, não por estar na modinha da novela, o material é anterior a ela, mas...que dó, que dó, que dó...as pessoas botando copos molhados sobre aos pobres. Aí pensei, eu não quero isso no bar, quero na parede...matutei uns minutinhos e lembrei de uma caixa velha, capenga guardada em algum lugar do passado, "meti" uma tinta preta com uma gana que secasse rapidamente e colei os tais na caixa...pra parede!

Uma amiga viu e falou, "OLHA QUE BACANA, ONDE COMPROU?"...expliquei que era meu e ouvi..." PRA MIM, DESCANSO DE COPO SERVE PRA DESCANSAR COPO E CAIXA VELHA SERVE PRA IR PRO LIXO!", pois é, pra uns é uma coisa, pra mim vira Nandice!

Recycled Island- Projeto aproveita o lixo no mar

Você já conhece roupas feitas de garrafas PET recicladas, papel reciclado, plástico reciclado, latas de refrigerante recicladas. E sobre a ilha reciclada, você já ouviu falar?
O projeto Recycled Island da empresa holandesa WHIM Architecture estuda formas de transformar a massa gigante de lixo que flutua nas águas do Oceano Pacífico em uma ilha habitável flutuante.
O lixo em questão possui cerca de 100 milhões de toneladas, especialmente plástico, segundo reportagem publicada pelo jornal britânico The Independent.
Ele flutua na região considerada o maior depósito de lixo do planeta, o Giro Pacífico Norte.Estende-se por cerca de 500 milhas náuticas entre a costa da Califórnia, no Oeste dos Estados Unidos, passando pelas águas do Havaí e aproximando-se do Japão.

O objetivo da iniciativa é construir uma enorme ilha composta por casas, lojas e espaços de lazer. Além de reduzir o acumulo de lixo, a ilha foi pensada para abrigar pessoas que irão perder suas casas por causa de inundações e outros fenômenos relacionados às mudanças climáticas. Nos próximos 30 anos, esse fenômeno pode resultar em 200 milhões de refugiados, segundo o Greenpeace. Até agora, 20 milhões de pessoas tiveram que se mudar por essa razão



Segundo Ramon Knoester, um dos criadores do projeto da ilha, a ideia é propor um habitat confortável, mas que não dependa tanto de recursos oferecidos por outros países. Enquanto o projeto da Recycle Island não sai do papel, sua “matéria-prima” continua disponível, boiando e poluindo os mares.



Quer saber mais? Entre no site oficial.


por Mariana Bonfim, nov2010