Com o dia das crianças chegando, percebemos o quanto essas pequenas mentes tem poder e criatividade, principalmente quando se juntam por um bem maior. Centenas de crianças se juntaram para construir a maior escultura de lixo reciclável do mundo! Segundo matéria divulgada na Revista Galileu Online, elas trabalharam em equipe recolhendo embalagens usadas de refresco em pó para a construção de um robô gigante com cerca de 14 metros de altura.
A obra de arte está exposta no Parque do Carmo, zona leste da capital paulistana, e aguarda ser julgada para entrar no Guinness Book, o Livro dos Recordes. A iniciativa surgiu com o projeto de reciclagem da marca TANG. Famosa por seus sucos em pó, a empresa vai desmontar e reaproveitar as partes do robô após a confirmação do recorde mundial, enquanto as placas serão transformadas em utilidades para o parque como bancos e bebedouros. A base do robô é feita de placas de materiais e lixo reciclável e em volta dela foram colocadas as embalagens de TANG reaproveitadas.
por Mariana Montenegro, out11
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terça-feira, 11 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Pneus velhos voltam à origem como árvore.
Da árvore viestes, à árvore voltará. Foi mais ou menos esse o raciocínio da holandesa Anne Marie van Splunter ao desenvolver um protótipo de “Árvore de Borracha”, um brinquedo para crianças que reaproveita pneus velhos de uma forma inusitada.
“Rubber Tree”, nome original da obra em inglês, é o nome pelo qual a seringueira é conhecida nessa língua. A obra seria destinada a crianças que estariam na Tailândia com pais refugiados.
Como o látex, necessário para a fabricação da borracha, é extraído da seringueira, ela achou por bem que, ao final de sua vida útil, a borracha retornasse às origens. A proposta ficou bacana.
A obra pode ser replicada ao redor do planeta, uma forma extra de empregar os milhões de pneus que são descartados a cada ano que passa.
Como já é composto de borracha, o brinquedo tem proteção própria para evitar que crianças se machuquem. Todo o material é esterilizado para ser empregado, evidentemente, o que é uma segurança extra para os pequenos.
Só faltou colocar um balanço com um pneu ali do lado para manter a tradição do que talvez seja o mais antigo uso para lazer de um pneu velho.
“Rubber Tree”, nome original da obra em inglês, é o nome pelo qual a seringueira é conhecida nessa língua. A obra seria destinada a crianças que estariam na Tailândia com pais refugiados.
Como o látex, necessário para a fabricação da borracha, é extraído da seringueira, ela achou por bem que, ao final de sua vida útil, a borracha retornasse às origens. A proposta ficou bacana.
A obra pode ser replicada ao redor do planeta, uma forma extra de empregar os milhões de pneus que são descartados a cada ano que passa.
Como já é composto de borracha, o brinquedo tem proteção própria para evitar que crianças se machuquem. Todo o material é esterilizado para ser empregado, evidentemente, o que é uma segurança extra para os pequenos.
Só faltou colocar um balanço com um pneu ali do lado para manter a tradição do que talvez seja o mais antigo uso para lazer de um pneu velho.
por style.greenvana
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Barcos coloridos Africanos transformados em móveis
Na costa oeste da África, os pescadores mantém a tradição de decorar seus barcos com cores alegres e desenhos geométricos. Quando eles retornam para a praia após um dia de pesca, eles são vistos à distância como partes de um extenso mosaico colorido.
Mas depois de uma longa vida nos oceanos, após percorrer muitas milhas náuticas na água, os barcos africanos devem ser aposentados. E foi assim que um time de designers espanhóis pensou em reaproveitar a madeira das embarcações para construir móveis exclusivos que preservam a história dos pescadores.
O primeiro passo da empresa foi buscar os barcos abandonados e formar a equipe de artesãos locais. Não demorou muito para que todos ficassem apaixonados pelo projeto, criando laços sociais e culturais muito fortes entre eles. Depois que os barcos africanos eram negociados com os pescadores e levados para a oficina, os artesãos discutiam sobre como tirar o máximo proveito da madeira, de acordo com o tamanho e a combinação de cores.
Mas depois de uma longa vida nos oceanos, após percorrer muitas milhas náuticas na água, os barcos africanos devem ser aposentados. E foi assim que um time de designers espanhóis pensou em reaproveitar a madeira das embarcações para construir móveis exclusivos que preservam a história dos pescadores.
O primeiro passo da empresa foi buscar os barcos abandonados e formar a equipe de artesãos locais. Não demorou muito para que todos ficassem apaixonados pelo projeto, criando laços sociais e culturais muito fortes entre eles. Depois que os barcos africanos eram negociados com os pescadores e levados para a oficina, os artesãos discutiam sobre como tirar o máximo proveito da madeira, de acordo com o tamanho e a combinação de cores.
Mesas, cadeiras, cômodas, e até uma mesa de totó foram criadas, tornando-se peças únicas feitas à mão. Cada pedaço de um móvel Artlantique une a tradição da pesca e da carpintaria africana e carrega as histórias de vida das antigas embarcações.
por Style.greenvana
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